Poder e sexo sempre estiveram intimamente ligados ao longo da história e existiram inúmeros personagens que não conseguiram manter sua intimidade limitada às quatro paredes. Devido à falta de discrição e decoro, as façanhas deles se tornaram de domínio público e são famosas até hoje. Os exemplos abundam, sendo os  casos citados nessa postagem apenas alguns exemplos aleatórios.


1 - A morte de Fernando II de Aragão

Fernando II
Quando Isabel, a católica, morreu em 1504, seu marido, Fernando foi nomeado regente de Castela, mas grande parte da nobreza castelhana se aglutinou ao redor de Filipe, o Formoso, marido de sua filha Joana, fazendo com que ele renunciasse ao poder para evitar um confronto armado. Pelo tratado intitulado concórdia de Villafáfila (1506), Fernando se retirou para Aragão e Filipe foi proclamado rei de Castela como Filipe I.

Esperando ainda ter um herdeiro varão para herdar a coroa aragonesa, Fernando se casou em 1505 com Germana de Foix, de apenas 16 anos, descendente dos condes de Foix e neta da rainha Leonor de Navarra.

Aconteceu, porém, que Filipe morreu jovem, e sua esposa, Joana, a Louca, foi declarada incapacitada para governar. Fernando então  tornou-se o regente de Castela, de modo que o assunto foi resolvido.

Mas o problema foi que  Germana continuou a exigir o cumprimento das obrigações sexuais ao já sexagenário Fernando, de modo que este teve de recorrer aos testículos de touro para estimular o seu apetite sexual.

Porém, o remédio parece não ter funcionado, e o monarca, sobrecarregado pelas exigências de sua jovem esposa, recorreu à cantárida (Lytta vesicatoria), um inseto que vive em algumas árvores e cujo corpo contém uma substância que geralmente provoca a dilatação dos vasos sanguíneos (o mesmo efeito do Viagra moderno). Os efeitos vasodilatadores da cantárida são gerais e podem causar hemorragias cerebrais. E foi isso o que aconteceu com Fernando, que morreu de um acidente vascular cerebral, não se sabe se no ato ou nas preliminares.

2 – O imoral Papa João XII

O papado de João XII é considerado um dos mais prejudiciais à Igreja Católica, por causa da pouca moral dele e dos seus numerosos escândalos sexuais, enquanto ele servia como chefe de Roma. Para começar, esse papa era apaixonado por jogos de azar, para os quais dedicava a maior parte do dia.

A residência Pontifícia de Latrão era frequentada por prostitutas, eunucos e escravos, num cenário de excessos e orgias no qual o pontífice se movia com muita destreza. Além disso, João XII era um homem completamente sem cultura, que nem mesmo dominava o latim.

Na noite de 14 de maio do ano 964, João XII teve o crânio esmagado a marteladas por um marido ciumento. Segundo a descrição do bispo João Crescêncio de Protus: “enquanto estava tendo relações sujas e ilícitas com uma matrona romana, o papa foi surpreendido pelo marido de sua amante em pleno ato.”


3 – A insaciável rainha Nzinga

Nzinga

Após a morte do rei de Angola em 1624, sucedeu ao trono Nzinga Mbandi, sua irmã, que foi nomeada rainha no mesmo ano. Ela também  é conhecida pelos nomes de Jinga, Ginga, Rainha Dona Ana ou Rainha Zingua.

A rainha Zingua de Angola, que governou esse país no início do século XVII, passou para a história como uma ninfomaníaca exemplar. Ela mantinha um harém recheado de concidadãos para sua utilização única e exclusiva, e organizava lutas de morte entre eles, oferecendo seu corpo como prêmio para o campeão, que depois de uma noite inteira de serviços reais, também morria ao amanhecer.

Certa vez, ela decretou a morte de todas as mulheres grávidas em seu reino, porque não aceitava que qualquer uma de suas súditas tivesse feito um homem ejacular. Diz a história que esse comportamento durou até que de repente, a rainha  se converteu ao catolicismo, ao completar 77 anos, tal fato teria mudado completamente a perspectiva dela sobre a vida.


4 – As cartas amorosas de Dom Pedro I

É de conhecimento público o caso entre Dom Pedro I e Domitila de Castro, a marquesa de Santos. Mas que tal dar uma olhada nas cartas trocadas entre os dois? Em correspondências trocadas por ambos, D. Pedro assinava como “Demonão” ou “Fogo Foguinho”, ele desenhava o próprio pênis, às vezes ejaculando, e enviava pelos pubianos, considerados na época como prova de fidelidade.

“Nunca vi, nem em correspondências estrangeiras publicadas, cartas tão apaixonadas e derramadas. O tempo todo ele relembrava a vontade que tinha de estar nos braços dela ou as noites de prazer que passavam juntos. Quero ir aos cofres. Era essa a expressão que ele usava”, conta a historiadora Mary Del Priore.

 

5 – O casamento de Nero com seus noivos

Estupro de Prosérpina

O Estupro de Prosérpina, por Luca Giordano

Nero Cláudio César Augusto Germânico foi imperador romano entre 13 de outubro de 54 e 9 de junho de 68. Ele passou para a história pelas atrocidades (como matar sua mãe e suas esposas), por suas excentricidades e por ser responsável pelo incêndio de Roma (embora este último ponto seja uma inverdade). Outra grande paixão de Nero foram os efebos.

Esporo era um jovem de grande beleza que Nero se apaixonou à primeira vista porque ele tinha alguma semelhança com sua falecida esposa Sabina. Nero achava pouco mantê-lo apenas como um amante e decidiu casar-se com ele. Havia um porém: os casamentos entre homens eram proibidos em Roma. Assim, Esporo foi submetido a uma intervenção de mudança de sexo, ou seja, ele foi castrado. Quando se recuperou da cirurgia, Esporo foi vestido com as melhores roupas e  a cerimônia de casamento foi realizada. As festividades em honra dos recém-casados duraram vários dias e  as pessoas foram obrigada  a tratar Esporo como esposa do Imperador.

Pouco antes da morte de Nero, durante o festival das Calendas de Janeiro, Esporo o presenteou com um anel com uma gema cuja inscrição mostrava o Estupro de Prosérpina, que ao tempo foi considerado um dos muitos mau-augúrios sobre a queda de Nero. É notável que tal estória fale sobre um governante do submundo forçando uma jovem a tornar-se sua noiva.

Dióforo era um escravo liberto que, ao contrário de Esporo, fazia o papel do homem na sua relação com  Nero. Eles encenaram o casamento, no qual o imperador estava vestido com roupas femininas, e à noite, Nero representou a consumação do casamento imitando os gemidos de uma noiva virgem em sua noite de núpcias.

 

6 - Félix Faure o presidente que morreu feliz

Félix Faure foi o sétimo presidente da França, mas ele é mais conhecido pela forma curiosa pela qual morreu, do que pelos seus atos em vida.

Faure morreu em 16 de fevereiro de 1899, de um acidente vascular cerebral ocorrido enquanto ele mantinha relações sexuais, no seu escritório, com sua amante, Marguerite Steinheil. Mais tarde, soube-se que Faure deu seu último suspiro enquanto Marguerite fazia sexo oral nele, sendo o fato muito ridicularizado pela impressa e pelos opositores políticos.

Marguerite ganhou o apelido de “la pompe funèbre” (a bomba fúnebre), e foram publicados vários artigos sobre vida pessoal dela, pela imprensa francesa.

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Da fundação da Roma Antiga à expansão e queda do Império Romano, a presença dessa civilização na história da humanidade foi tão grande que até aos dias de hoje podemos ver o reflexo de sua influência em muitos aspectos da vida contemporânea. Entre as muitas áreas que beberam do legado deixado pelos antigos romanos, podemos mencionar a arquitetura, a engenharia, a medicina, as formas de governo, o direito, as artes, linguagem.

A seguir você pode conferir algumas curiosidades sobre o Império Romano — que você talvez desconheça, mas que fazem parte da nossa cultura.

1 –  Os romanos sofriam com torcidas

Coliseu 
O anfiteatro que ainda pode ser visto em Pompeia está entre os edifícios da antiguidade romana que sobreviveram à passagem do tempo. Assim como seu “irmão” maior, o Coliseu de Roma, a arena foi projetada para acomodar de forma segura grandes multidões durante eventos esportivos de grande porte.

No entanto, segundo registros históricos, naquela época já existiam torcidas pra lá de briguentas, e em 59 d.C. ocorreu uma confusão tão grande entre a equipe local e os visitantes, que a punição estabelecida foi o banimento de eventos na arena de Pompeia durante vários anos.

 

2 – Na Antiga Roma já existia calefação


Hipocausto


Roma era famosa por seus banhos públicos e termas, e nas casas das famílias mais ricas  havia um sistema de aquecimento chamado “hipocausto”. Nele, os pisos dos edifícios ficavam elevados sobre pilares, e o espaço sob o chão era isolado com o uso de ladrilhos de cerâmica. Depois, o ar quente produzido por fornalhas ou fogueiras era direcionado para essa câmara vedada, e circulava pelas casas através de tijolos perfurados que ficavam nas paredes.


3 – As togas não eram simples lençóis

Senado Romano 
Apesar de hoje serem muito comuns em festas à fantasia, as togas não podiam ser usadas por qualquer um na Roma antiga. Elas só podiam ser vestidas por cidadãos romanos e os padrões e cores que elas apresentavam tinham significados específicos, correspondendo a determinadas hierarquias da sociedade da época. Além disso, as togas normalmente eram feitas de lã e tinham formato semicircular, sendo dobradas e enroladas seguindo um complexo sistema.


4 – Os romanos usavam roupas íntimas


Lingerie romana


Não pense que os romanos ficam nus sob as togas. Tanto homens como mulheres usavam uma peça de roupa chamada subligaculum que era usada como “tapa-sexo”. Esse adereço normalmente era feito de lã ou linho, embora também existissem versões mais requintadas  feitas de seda.

As mulheres às vezes usavam também uma espécie de top sem alças chamado mamillare ou strophium, e as mais jovens ainda tinham o costume de "prender" os seios firmemente com faixas de couro macio.

5 – A Antiga Roma era campeã de impostos


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Se você já acha um absurdo a quantidade de impostos pagos por nós brasileiros, saiba que sob as leis da Roma antiga, tudo era passível de cobrança! Um dos exemplos mais disparatados era um imposto sobre a urina, pago pelos mercadores que compravam esse inusitado material —  usado para curtir o couro, por exemplo — e que era coletado das latrinas públicas.

6 – Os antigos romanos amavam o vinho

Pompeia 
O vinho era um produto que simplesmente não podia faltar na mesa de nenhum romano, ele era tão crucial na rotina da Roma Antiga que até os escravos tinham direito a uma porção diária da bebida. Pompeia era um dos principais centros fornecedores de vinho para o Império; quando o Monte Vesúvio entrou em erupção,  soterrando a cidade e destruindo os estoques, o efeito  foi devastador.

O pânico pela falta da bebida fez com que os fazendeiros romanos começassem a substituir as plantações de grãos por videiras, resultando, consequentemente, na falta de comida. Além disso, com a superprodução das novas vinícolas, a economia romana se tornou ainda mais instável, levando o Imperador Domiciano a proibir a abertura de outros vinhedos.


7 – Os romanos amavam a jogatina

Jogo romano 

Além de atender aos enormes espetáculos que aconteciam nos coliseus, os romanos também gostavam de se divertir com jogos de tabuleiro e de dados. Aliás, inclusive os cidadãos das classes mais baixas participavam das jogatinas, e entre as opções, normalmente bem estruturadas e baseadas em complexas regras, existia um sofisticado jogo de estratégia militar que ecoava o apreço da cultura romana pelas guerras e batalhas.

Além desse, os especialistas,apoiados em descobertas arqueológicas e registros históricos,  também conseguiram recriar as regras de outras jogos. Alguns dos  títulos mais populares descritos pelos estudiosos são “O Jogo dos Reis”, “O Jogo dos Bandidos” e “O Jogo das Doze Marcas”.

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Vikings – o que você sabe sobre eles? Com tantas caricaturas e estereótipos na mídia, provavelmente há muita coisa que você nunca tenha ouvido falar sobre esses navegadores escandinavos que invadiram e instalaram povoamentos nas zonas costeiras nas ilhas britânicas e além delas, entre os séculos IX e XI. Então, explore conosco 10 fatos surpreendentes sobre os vikings!


1. Os vikings não usavam capacetes com chifres.

Esqueça quase todos os trajes de guerreiros vikings que você já viu. Claro, os belicosos nórdicos provavelmente usavam capacetes, mas, definitivamente eram capacetes sem chifres. Representações que datam da Era Viking os mostram sem o adereço, e o único autêntico capacete viking  já descoberto, também não tem nenhum chifre. Os pintores parecem ter criado essa tendência durante o século 19, talvez inspirados nas descrições feitas pelos antigos cronistas gregos e romanos. De fato, muito antes da Era Viking, sacerdotes noruegueses e germânicos usavam capacetes com chifres para fins cerimoniais.

Barco Viking


2. Os vikings eram conhecidos por sua excelente higiene.

Entre remar barcos e decapitar inimigos, os vikings deviam ter pouco tempo para o asseio pessoal, certo? Muito pelo contrário. Em escavações de sítios vikings foram encontrados pinças, lâminas de barbear, pentes e utensílios para a limpeza do ouvido, feitos de ossos e chifres de animais. Os vikings se banhavam pelo menos uma vez por semana, frequência muito maior do que os outros europeus da época, além disso, os guerreiros nórdicos também apreciavam um bom mergulho em fontes termais.


3. Os vikings utilizavam um método original para acender o fogo.

Por mais higiênicos que fossem, os vikings não tinham nenhum problema em aproveitar o poder de um produto feito de dejetos humanos. Eles coletavam um fungo chamado touchwood, que cresce na casca das árvores e o deixavam ferver por vários dias na urina, para depois o espremer dentro de um saco feito de algo parecido com o feltro. O nitrato de sódio encontrado na urina fazia com que o material ardesse, ao invés de queimar, então, os vikings podiam acender uma fogueira quando fosse preciso sem maiores dificuldades.


4. Os vikings “sepultavam” seus mortos em barcos.

Funeral Viking

O amor dos vikings por seus barcos era tanto, que partir para o além à bordo  deles  era uma grande honra. Na mitologia da antiga religião nórdica, os valentes guerreiros entravam em reinos gloriosos após a morte, e pensava-se que as embarcações que lhes serviram tão bem na vida, também os ajudariam a alcançar os seus destinos finais. Líderes ilustres e mulheres proeminentes, quando morriam, eram colocados para descansar em barcos, cercados por armas, bens valiosos e às vezes até mesmo por escravos sacrificados.


5. Os vikings eram ativos mercadores de escravos.

Muitos vikings ficaram ricos com o tráfico de seres humanos. Eles capturavam e escravizavam mulheres e homens jovens, enquanto saqueavam os anglo-saxões, os celtas  e os assentamentos eslavos. Esses prisioneiros conhecidos como “thralls”, eram então vendidos em mercados de escravos, por toda a Europa e no Oriente Médio.


6. As mulheres vikings tinham alguns direitos básicos.

Mulher Viking

Na cultura viking, as meninas já aos 12 anos eram dadas em casamento e tinham a atenção voltada  para as atividades familiares, enquanto que seus maridos partiam para as aventuras. Ainda assim, elas tinham mais liberdade do que outras mulheres de sua época. O marido não podia vender a esposa como escrava, a mulher viking podia herdar bens, solicitar o divórcio e recuperar seu dote, no caso do seu casamento terminar.


7. Os vikings passavam a maior parte de seu tempo na agricultura.

Talvez soe como uma decepção, mas a maioria dos vikings brandia foices e não espadas. É verdade que alguns deles eram saqueadores insensíveis, que só pisavam fora de seus barcos para queimar aldeias, mas a grande maioria pacificamente semeava cevada, centeio e aveia, pelo menos durante parte do ano. Eles também criavam gado, cabras, porcos e ovelhas em pequenas propriedades, que normalmente produziam alimento o suficiente apenas para sustentar uma família.


8. Os vikings esquiavam para se divertir.

Os escandinavos desenvolveram esquis primitivos há pelo menos 6.000 anos, embora talvez, os antigos russos os tenham inventado ainda mais cedo. Na era viking, os nórdicos consideravam  esquiar um jeito eficiente de se locomover e uma forma popular de recreação. Eles até adoravam um deus do esqui chamado Ullr.


9. Os senhores vikings preferiam ser loiros.

Vikings

Para estar em conformidade com os ideais de beleza de sua cultura, os vikings que tinham a cabelereira de tons escuros, geralmente usavam um sabão com alto teor de lixívia para branquear os cabelos. Em algumas regiões as barbas também eram branqueadas. É provável que esse tratamento também tenha ajudado os vikings com um problema muito mais espinhoso e complicado do que os cabelos negros: piolhos.


10. Os vikings nunca fizeram parte de um grupo unificado.

Os vikings nunca formaram uma nação unificada. Na verdade, eles provavelmente nem sequer se chamavam de vikings: o termo se refere simplesmente a todos os escandinavos que participavam nas expedições de ataque por toda a Europa. Durante a Era Viking, as terras que agora são a Dinamarca, a Noruega e a Suécia, eram uma colcha de retalhos de tribos, chefiadas cada uma por seu próprio líder, que muitas vezes lutavam umas contra as outras, quando não estavam ocupados causando estragos em terras estrangeiras, é claro.

A nyckelharpa é um instrumento de corda friccionada, equipado com teclas e cordas de ressonância que lhe conferem uma sonoridade característica. O seu nome, de origem sueca, significa “cordofone de teclas”. Há registro, desde a Idade Média Tardia, de exemplos iconográficos e descrições deste instrumento no eixo norte-sul constituído pelos seguintes países: Suécia, Alemanha e Itália. Desde o período barroco até aos dias de hoje a nyckelharpa tem sido tocada na região sueca de Uppland como instrumento de tradição folclórica.

Nyckelharpa
Graças ao contributo de August Bohlin (1877-1949), Eric Sahlström (1912-1986), e de outros músicos entusiastas na Europa continental que descobriram o instrumento nos anos 80, a nyckelharpa tem conhecido um renascimento a nível mundial, sendo utilizada em vários estilos musicais.

A peça musical no vídeo abaixo faz parte do novo álbum “Thomas Roth Nyckelharpa Ingredients Vol. 1”. Neste álbum, Thomas Roth explora a grande versatilidade deste instrumento muito especial. Thomas Roth é o músico líder da banda alemã “Geyers”. Lá pelos idos do ano 2000, ele descobriu sua afeição pela nyckelharpa, e desde lá, vem explorarando intensamente as capacidades deste peculiar instrumento.